África no coração do ITESP: culturas, memórias e saberes marcaram celebração no campus
O pátio do Instituto São Paulo de Estudos Superiores (ITESP) ganhou cores, sons, sabores e histórias no último dia 25 de maio, data em que se celebra o Dia da África. Reunindo alunos, professores e funcionários, a comunidade acadêmica promoveu um momento especial de valorização das culturas africanas presentes no Instituto, transformando o espaço em um verdadeiro encontro de povos, tradições e experiências.
A celebração foi conduzida pelo aluno Mariano Katanha, do 4º ano de Teologia, que apresentou as atividades e acolheu os participantes ao longo da programação. Com sensibilidade e entusiasmo, ele ajudou a criar um ambiente de partilha e reconhecimento da riqueza cultural trazida pelos estudantes africanos que integram a comunidade acadêmica do ITESP.
Durante o encontro, os alunos apresentaram elementos característicos de seus países e regiões de origem, compartilhando músicas, poemas, expressões literárias, aspectos históricos e culturais, além de comidas típicas que permitiram aos presentes uma experiência concreta de aproximação com a diversidade do continente africano.
Mais do que uma homenagem, a atividade tornou-se um espaço de aprendizado mútuo. Professores, funcionários e estudantes tiveram a oportunidade de conhecer melhor as tradições, os valores e as histórias que constituem a identidade de diferentes povos africanos, fortalecendo o diálogo intercultural e o respeito à diversidade.
Em uma instituição marcada pela presença de alunos vindos de diversos países, especialmente do continente africano, momentos como esse reforçam a importância da convivência entre culturas como parte integrante da formação humana, acadêmica e teológica. A troca de experiências permite ampliar horizontes, superar estereótipos e reconhecer a contribuição fundamental da África para a história da humanidade, da Igreja e da própria sociedade brasileira.
A celebração também evidenciou a riqueza da internacionalidade presente no ITESP. Ao compartilhar suas raízes, os estudantes africanos não apenas apresentaram aspectos de suas culturas, mas também testemunharam como a diversidade pode se transformar em fonte de comunhão, amizade e aprendizado.
Entre poemas, cantos, histórias e sabores, o Dia da África foi vivido como um convite à escuta, ao encontro e à valorização daquilo que une diferentes povos: a dignidade humana, a cultura e a esperança de construir uma sociedade cada vez mais fraterna e plural.
Por: Arison Lopes, Comunicação ITESP.
Imagem: Comunicação ITESP.
